RECADOS
os Caveiras de Brasilia
20/11/2022 • 16:31
Parabens Jornalista Wilton Andrade, pela sua transparencia e bela reportagem com o Dr. Alexandre, sensacional .
Dr Alexandre Ruiz
20/11/2022 • 12:59
Agradeço em nome do Conselho Federal Parlamentar ao Sr Uilton pela entrevista Deus abençoe vc meu grande amigo e Locutor das melhores rádios do Brasil... (Leia mais)
daniel belarmino
19/11/2022 • 15:18
Boa tarde, ouvindo programa pelo computador, vc tinha razão o problema erra o carregador !!!!
Marcio Silva
12/11/2022 • 10:12
Parabéns pela entrevista com o professor Nildo Ouriques!!!!!
Cláudio
20/09/2022 • 22:58
Agradeço à Milênius FM pelo apoio dedicado à minha loja "Mega Capinhas" e agradeço diretamente ao meu amigo Wilton Andrade e seus profissionais locuto... (Leia mais)
VÍDEOS
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VILMA AMARO

Brasil da Esperança

A vitória do ex-presidente Lula trouxe novo alento a todos os brasileiros. O presidente Bolsonaro se recolheu e desapareceu depois da derrota. Por não aceitar ter sido rechaçado pelos eleitores e, certamente, por não ter coragem para encarar os fanáticos que acreditavam que o "mito" seria invencível.  O imbrochável brochou.
A perspectiva de o país rumar para a democracia é apavorante para esse grupo ao qual se atribui simpatias pelo nazifascismo. Mas nem todos que estão nas portas dos quartéis exigindo intervenção militar tem essa opção ideológica clara. Muitos vão de roldão com a cabeça feita por fakes e a lavagem cerebral promovida, em especial, por redes sociais antidemocráticas e bolsonaristas.

Desafios imensos para consertar os estragos

Depois de uma gestão autoritária e errática, cujo projeto era entregar o país à iniciativa privada e destruir o patrimônio público, o novo governo do presidente Lula tem muitos desafios pela frente e não será fácil superar os 4 anos de destruição do país. Como anunciado, Lula vai colocar o combate à fome como prioridade em seu governo.
Segundo as Nações Unidas, o Brasil tem 33 milhões de pessoas que passam fome, enquanto outros 58,7% da população ou mais de metade da população brasileira convive com a insegurança alimentar em diferentes graus que podem ser: leve, moderado ou grave. Insegurança alimentar significa que a pessoa não consome alimentos em quantidade e qualidade necessárias para seu desenvolvimento físico e mental. Essa falta de uma alimentação normal, diária, gera problemas de saúde, desnutrição, mal-estar, doenças que podem levar à morte. E esta é a condição de mais de 100 milhões de brasileiros. Por esse motivo, a prioridade do governo Lula é o combate à fome com apoio de recursos financeiros às famílias. Mas para vencer essa condição, agravada pela pandemia e desigualdade social, o país precisa crescer, gerar emprego, retomar grandes obras de infraestrutura, desenvolver a construção civil, a indústria e atividades que gerem emprego e renda, além de um salário-mínimo digno. Ao mesmo tempo, o novo governo deve proporcionar recursos e incentivos   à Educação de qualidade, condições universais de acesso aos estudos- aos quais cada um se sinta vocacionado- e que assegure a cada cidadão uma visão otimista de futuro.
A vitória de Lula é a vitória de um novo projeto de país, voltado, de fato, para os interesses da população, para a defesa da soberania nacional e para o crescimento. E, nesse sentido o Estado terá um papel importante como indutor.
O novo governo também estará atento às mudanças da natureza em nosso planeta provocadas pela destruição do meio ambiente e por políticas irresponsáveis e predatórias como as que vem sendo desenvolvidas nestes últimos 4 anos. Será um tempo de paz, de esperança e de ações concretas em benefício da Nação brasileira. 

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Perdeu mané, não amola

A resposta do ministro do Supremo Tribunal Federal-STF, Luís Roberto Barroso, a um fanático bolsonarista que o perseguia pelas ruas de Nova Iorque foi emblemática. Sintética e , ao mesmo tempo, no seu escopo, abrangente. Esses fanáticos, além de promover arruaças nas rodovias do país, cenas de desvarios nas portas dos quartéis, seguem o seu chefe na incapacidade de reconhecer uma derrota. São maus perdedores. E não tem coisa pior do que perder e querer ganhar no tapetão ou em manobras escusas. 
Pois, do recolhimento em seu palácio, Bolsonaro além de, certamente, estar curtindo a depressão que lhe causou a derrota, inconformado, queria ganhar na marra e inverter os resultados das urnas. Muito mais digno seria assumir a derrota, com coragem, cavalheirismo e inteligência, como fez o candidato Fernando Haddad, ao perder para o poste Tarcísio de Freitas, colocado pelo presidente. Diga-se de passagem, poucos gostam de derrotados que não se assumem e espera-se que o paraquedista se atenha às necessidades do Estado de São Paulo -que desconhece totalmente - e venha a exercer o cargo distanciado de fanfarronices e autoritarismo de seu criador, um mau perdedor.
Feito o parêntese, já se desconfiava que o presidente estava articulando alguma artimanha para ganhar a eleição que perdeu. E mandou o presidente de seu partido (PL), Valdemar da Costa Neto, para o ridículo. Com um estudo matreiro na bagagem feito por uma tal entidade Instituto Voto Legal, o cacique Valdemar resolveu convocar uma coletiva e anunciar solenemente que mais de 250 mil urnas tinham o mesmo número por serem mais antigas e lorotas tais que seriam motivo de grandes gargalhadas se não fossem patéticas.  Urnas eletrônicas, queria dizer (e não urnas funerárias, cujo número de mortos pela Covid, estas sim, ainda não se sabe ao certo)) estavam equivocadas.  Para os que perderam o juízo, Bolsonaro, se não fossem essas urnas malfadadas, teria ganho as eleições. E o Valdemar foi se meter justamente com quem? Com o ministro Alexandre de Moraes ,  presidente do Superior Tribunal Eleitoral- STE -que tem tido uma conduta irrepreensível como defensor da democracia. 

 

Sem medo do ridículo

Ora, se as urnas erraram no segundo turno porque não erraram também no primeiro turno quando foram eleitos governadores e deputados? E por que não colocaram também o primeiro turno na berlinda? "Para não causar tumulto", respondeu candidamente o Valdemar. 
Mas, que desfaçatez. Pensam que o povo brasileiro é idiota. 
Resultado: bem-feito, Sentença mais do que perfeita do ministro Alexandre de Moraes. Tratava-se de uma litigância de má fé, isto é, sem nenhum sentido, que não justifica ação alguma na justiça. E tome uma bela cacetada. Além de considerar a ação sem justificativa condenou o PL do Valdemar a pagar uma multa de 22 milhões (22,9 milhões e mais alguns centavos).  Multa apropriada: dois patinhos na lagoa como o número de campanha do imbrochável e do PL. Também   bloqueou as verbas do fundo partidário da coligação para o pagamento da multa. E ainda pediu investigação sobre o presidente do Partido Liberal, o Valdemar e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, dono do Instituto Voto Legal que fez o relatório (em que se baseou a ação) para apuração de suas responsabilidades. em eventual desvio na utiliz ação da estrutura partidária, além de serem incluídos no inquérito das milícias digitais que tramita no Supremo (STF). Mas que tremenda patacoada do Valdemar.
Então, se tivesse mais amor-próprio e não seguisse a orientação de um presidente frustrado, não teria passado por esse vexame. Agravado por revelações da ex-mulher que não está poupando o Valdemar e pode lhe causar ainda mais dissabores. 
Fica a lição. Um político não pode simplesmente virar capacho, tem que ter bom senso. E mais correto seria dissuadir o derrotado de querer vencer no tapetão. Eleição se ganha ou se perde, é óbvio. Perdeu, Mané, fica na sua. Esperamos que o imbrochável não invente mais nenhuma asneira que coloque todo um partido em ridículo.

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